Manteiga de coco: a aliança do sabor com a saúde

A procura por hábitos alimentares saudáveis deixou de sim restrita apenas aqueles que visam fins estéticos.

Hoje, é consenso que a forma como nos alimentamos influencia diretamente nossa saúde, qualidade de vida e bem estar.

Entre as diversas opções de um mercado que ganha em relevância e tamanho, a manteiga de coco é um dos destaques.

Nos Estados Unidos, por exemplo, diversos esportistas e celebridades admitiram e propagandeiam seu uso.

Funcionando como alternativa ao consumo da fruta, além ser uma delícia, proporciona uam série de benefícios!

Manteiga de coco x óleo de coco

É importante não confundir a manteiga produzida através do coco com o óleo produzido pela mesma fruta.

Esse último também vem sendo amplamente utilizado inclusive como um poderoso cosmético para os cabelos.

As propriedades nutricionais dos dois produtos são parecidas, masa manteiga sai na frente pela sua forma de produção.

Nela os flocos da polpa da fruta são triturados e batidos, se transformando em um fino pó que libera o óleo.

Da mistura desses dois componentes é originada a manteiga que passa a conter traços da fruta e do óleo.

Rica em fibras o resultados é um produto com maior valor nutricional para sua casa.

Benefícios da manteiga produzida com o coco

O coco, por si só é um alimento conhecido pela sua grande quantidade de gordura saturada benéfica a digestão.

Além disso, tem forte presença das vitaminas B1, B3, B5,B6 e C além dos minerais cálcio, zinco, ferro, potássio, fósforo, cobre e manganês.

O consumo da fruta também fornece ácido lúrico, benéfico ao sistema imunológico, e aumenta os índices do bom colesterol.

O consumo da manteiga produzida à base de coco, assim, trás uma série de benefícios ao nosso corpo, entre eles:

  • Melhora do sistema imunológico;
  • Melhora no sistema digestivo;
  • Auxílio no emagrecimento;
  • Desaceleração do envelhecimento precoce;
  • Manutenção da saúde e bem estar.

Ou seja, se você busca aprimorar sua saúde esse é daqueles alimentos que não pode faltar na sua cozinha em hipótese alguma!

Como utilizar a manteiga de coco na alimentação

Funcionando como um substituto a manteiga tradicional existem diversas formas de consumir o produto.

Abaixo a Com Saboor apresenta algumas possibilidades, mas nada impede que você abuse de sua criatividade e invente novos usos.

Se inspire e bom apetite!

  • Como cobertura da salada de frutas;
  • Misturada a cacau em pó e mel;
  • Como ingrediente no preparo de mouses diversas;
  • Adicionada a sucos ou smothies;
  • No preparo de batatas doces ao forno;
  • Adicionada ao café para dar cremosidade e um toque de coco;
  • Adicionada ao seu cereal favorito para dar um up em seu café da manhã.

Com a manteiga a base de coco você ganha em sabor e saúde em sua alimentação.

Inclua o produto em sua dieta e venha para o lado saudável da força!

Já usa a manteiga de coco em sua? Envie para nós suas receitas e sugestões de consumo! Publicaremos as melhores em nosso blog!

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Para encontrar manteiga de coco basta acessar o link: https://www.comsaboor.com.br/marca/copra.html

Até a próxima!

 

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Traços? O que são? Como controlar?

Para aqueles que possuem alguma restrição alimentar é preciso estar sempre atento à composição dos produtos consumidos.

É muito comum ao lermos com atenção as informações de rótulos nos depararmos com a informação “contém traços de leite”.

Mas afinal, o que isso quer dizer e como afeta aos alérgicos e intolerantes?

É essa pergunta que iremos responder para você nesse artigo. Vem comigo!

Traços: o que são, como surgem e seus riscos

Falamos que um produto contém determinado traço de um alimento quando há possibilidades de “contaminação”.

Calma! Isso não quer dizer que estão vendendo mercadorias impróprias para consumo.

Apenas que durante o processo de produção o alimento compartilhou máquinas utilizadas também na fabricação de produtos que continham leites ou derivados, por exemplo.

Dessa forma, eles acabam incorporando quantidades mínimas desses ingredientes em sua composição.

No caso dos traços de leite, um alimento em que comumente observamos esse fenômeno é na produção de chocolates.

Essa incorporação mínima pode não causar efeitos a quem possui intolerância, mas é um perigo aos alérgicos.

No caso APLV mesmo a menor presença da proteína é capaz de desencadear severos processos alérgicos.

Por isso, atente-se sempre aos rótulos e fuja daqueles que contenham essa informação. Caso tenha dúvidas, ligue para o SAC da fabricante.

Nesse momento, em vez de perguntar se x produto contém algum traço, mas sim se ele feito em máquinas que não manipulam nada que contenha leite.

Para se certificar da informação, repita a ligação em outro dia.

Com a disseminação das informações sobre as restrições alimentares muitas empresa tem preparado melhor seu atendimento ao público.

Infelizmente, contudo, há ainda falhas e desconhecimento em muitos casos, por isso sempre cheque duas vezes.

E em casa? Como controlar?

Para as mamães e papais que possuem filhos alérgicos o trabalho e atenção são dobrados!

Além de estar sempre atenta aos rótulos é preciso também evitar a “contaminação” nos alimentos produzidos em casa.

Sim, os traços não estão presentes apenas nas máquinas, mas em todos os objetos em contato com a proteína do leite.

Isso significa que caso compartilhe um prato que utilizou em um alimento sem restrições com um alérgico, você estará o expondo a riscos.

Algumas medidas que você pode adotar em sua casa para controlar a existência de traços são:

  • Separar a louça para seu consumo e da pessoa alérgica. Cores diferentes ajudam muito nessa tarefa;
  • Ter duas esponjas diferentes para a higienização. A esponja do alérgico deve ser guardada em um pote para que não haja confusão nem riscos de contaminação;
  • Substituir utensílios de plástico e madeira. Nesses é mais difícil remover os traços. Prefira os de vidro, alumínio e inox que possuem melhor higienização.

Além disso, é importante lembrar que os traços também podem estar presentes em cosméticos e remédios, por isso, fique de olho também neles.

Conclusão:

As alergias alimentares possuem o potencial de causar sérios problemas à saúde.

Mesmo o menor contato com o alimento alergênico é capaz de ocasionar crises, por isso fique de olhos nos traços.

No caso de alimentos prontos fique atento as informações do rótulo, buscando maiores esclarecimentos quando necessário.

E em casa, não se esqueça de separar bem os instrumentos e utensílios e utilizados no preparo de alimentos.

Venha você também para o lado prevenido da força e garanta qualidade de vida e bem estar aos alérgicos!

Ficou com alguma dúvida ou possui alguma sugestão? Deixe um comentário!

Até a próxima!

Amamentação e alergia alimentar

 

A amamentação é um dos maiores gestos de amor que uma mãe pode propiciar aos seus filhos.

Os benefícios da prática são amplamente conhecidos fortalecendo o vínculo, o desenvolvimento da respiração, paladar e sistema imunológico.

Além disso, no longo prazo contribui na prevenção da ocorrência de obesidade e desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Nessa fase as mamães precisam se atentar a tudo aquilo que consomem. Alimentos e medicamentos deixam rastros no leite materno.

Esses cuidados devem ser redobrados quando o bebê sofre com a alergia da proteína do leite de vaca.

A amamentação e o APLV

Em primeiro lugar é preciso reforçar que sim, é possível amamentar um bebe alérgico com segurança!

Para isso, é claro, a mãe deve estar disposta a realizar algumas mudanças em sua dieta e hábitos alimentares.

Será preciso evitar totalmente todos os produtos que contenham leite e derivados em sua composição ou mesmo traços desses.

Caso seu filho também possua alergia a outros alimentos, corte-os também da dieta.

Mesmo a ingestão das menores quantidades é capaz de se fazer presente no leite materno prejudicando os bebês.

É preciso ter a consciência que esse processo não será fácil, embora seja plenamente possível manter uma dieta saudável.

Entre as principais dificuldades para as mamães podemos citar:

  • Modificar a dieta que faz parte de seu modo de vida e é fonte de prazer;
  • A necessidade de preparar todas suas refeições em casa, evitando riscos de contaminação;
  • Não entendimento de familiares e amigos que podem rotular o comportamento de “neurótico” afetando os relacionamentos;
  • A ocorrência do sentimento de culpa caso ocorra alguma reação em seu filho;
  • A dificuldade de interpretar os sintomas levam a um estado de medo e angústia permanentes.

A amamentação é muito importante para a criança, contribuindo inclusive com a melhora do quadro alérgico, mas não deve ser um fardo.

Por isso, cabe a mãe, e apenas ela, se decidir por amamentar ou não o filho alérgico, sendo papel da família e pediatra apoiar a decisão.

Cuidados para as mamães que decidem amamentar

Caso a sua opção seja encarar a dieta restritiva para amamentar seu filho é preciso estar atenta a alguns cuidados.

Conheça seu limite:

E importante conhecer seu próprio limite nesse momento tanto físico quanto mental, mas, nem sempre é possível.

Caso seu pediatra, gastropediatra ou psicólogo lhe deem sinais que você está chegando a seu limite, respeite as orientações.

Parar de amamentar pode ser doloroso, mas é uma opção melhor do que adoecer.

Faça a suplementação de cálcio:

Os leites e derivados são uma das mais importantes fontes de cálcio que dispomos.

Para compensar a queda na ingestão devido à dieta restritiva, a suplementação de cálcio é necessária.

Como alternativa é possível elaborar dietas que compensam a perda.

Respeite o tempo para “limpar” seu leite materno:

Após o início da dieta restrita, é necessário esperar até quatro dias para que não haja mais rastros no leite materno.

Respeite esse prazo. É o bem estar e saúde de seu filho que estão em jogo.

Cuidados com os utensílios:

Se mesmo a dieta restrita seu filho apresentar sintomas da APLV, o problema pode estar em seus utensílios de cozinha.

A higienização correta que elimine todos os traços da proteína do leite é fundamental.

Consulte sempre um especialista:

Elaborar o cardápio, dessa forma, não é tarefa das mais simples.

Para não errar, a melhor saída é conversar com uma nutricionista ou médico especialista para elaborar um cardápio correto as suas necessidades.

A amamentação é um gesto lindo que trás uma série de benefícios, inclusive para crianças com alergia alimentar.

Para isso as mães devem ter ciência que precisarão adotar uma rígida dieta restritiva, o que nem sempre é fácil.

Lembre-se: a decisão deve sempre partir de você! Não aceite cobranças, apenas apoios!

Para saber mais sobre as alergias alimentares e outras dicas, continue acompanhando o blog da Com Saboor!

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Até a próxima!

 

Intolerância ao glúten, alergia ao trigo, doença celíaca – Quais as diferenças?

Conhecer as características das alergias e intolerâncias alimentares é fundamental para adequação das dietas e promoção da qualidade de vida aos atingidos.

Hoje, quando abordamos essa questão o glúten ocupa lugar de destaque, havendo inclusive aqueles que retirem tens contendo o composto proteico de seus cardápios sem necessidade.

O que é o glúten?

A moda fitness e obsessão pelo corpo saudável levaram a difusão de dietas que cortam o glúten da alimentação com a promessa de emagrecimento.

Acontece que o glúten não é carboidrato, mas sim uma proteína encontrada em cereais como o trigo, a cevada e o centeio. É ele que gera elasticidade as massas!

Dessa forma, o consumo da proteína possui potencial de afetar o peso apenas daqueles que contêm a doença celíaca, que correspondem a 1% da população mundial.

Se você não faz parte desse grupo, o emagrecimento causado pela dieta sem glúten se justifica apenas pela diminuição do consumo de carboidratos, onde ele está presente, não pela ausência da proteína!

Agora que descobrimos um pouco mais sobre a substância, vamos entender as diferença entre a doença celíaca, a intolerância ao glúten e alergia ao trigo.

Doença Celíaca x Intolerância ao Glúten X Alergia ao Trigo: entendendo as diferenças

Doença Celíaca:

A doença celíaca é muitas vezes reportada como “alergia ao glúten”. Embora tecnicamente errado, a expressão ajuda a entender um pouco da condição a quem a desconhece.

Quando o indivíduo portador da doença consome alimentos com glúten e a proteína entre em contato com o intestino há uma resposta autoimune de seu corpo.

Os sintomas mais comuns nesses casos são a diarreia, danos à parede do intestino, síndrome da má absorção e desnutrição.

O ataque ao próprio corpo, contudo, pode provocar também distensão abdominal, prisão de ventre crônica, esterilidade, aborto de repetição e doenças neurológicos.

Para os afetados, a única solução é cortar TOTALMENTE o glúten da dieta e o diagnóstico só é possível com a realização de testes.

Intolerância ao Glúten:

A intolerância ou sensibilidade não-celíaca ao glúten só é diagnosticada após a possibilidade da doença celíaca e alergia ao trigo serem descartas em testes médicos.

A intolerância decorre da má digestão do composto proteico, acumulando restos  na parede do intestino.

Hoje estimasse que cerca de 6 a 10% da população mundial apresentem essa intolerância que se manifesta na ocorrência de problemas intestinais que melhoram com a ausência do consumo.

Alergia ao Trigo:

A alergia alimentar é caracterizada por uma reação exagerada imediata, ou de curto prazo, do sistema imunológico quando em contato a uma proteína específica.

Os sintomas se manifestam nas vias respiratórias ou na pele, e em caso mais graves leva a anafilaxia.

No trigo, a intolerância decorre da predominância da glutenina e gliadina na composição do glúten.

Para o organismo de algumas pessoas essas duas substâncias são consideradas uma ameaça, funcionando com um “gatilho” para o disparo de imonuglobulina E.

Mas, e tratamento?

Embora no caso da intolerância ao glúten o consumo moderado possa ser admitido, para uma melhor qualidade de vida é recomendado à adoção de dieta restrita, tal quais os alérgicos ao trigo e celíacos.

Na Com Saboor você encontra uma série alimentos livres de glúten para contar com uma dieta rica e cheia de sabor para aproveitar um dos melhores momentos da vida: a hora de comer!

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Até  a próxima!

 

Alergia Alimentar na Escola

As alergias alimentares atingem até 15% das crianças menores de 3 anos e geram impactos sociais, financeiros e psicológico nas famílias atendidas.

O diagnóstico correto muitas vezes custar a sair, mantendo o contato dos pequenos com os alimentos que lhe causam alergia e provocam a má absorção dos nutrientes, baixo crescimento, diarreias e dores pelo corpo.

E quando finalmente é descoberta a causa do problema, os hábitos alimentares da família precisam ser modificados. Muitas vezes, de forma profunda.

Se em casa a adaptação já é um processo difícil, os desafios se mostram ainda mais profundos em ambiente escolar.

Afinal, como integrar a criança com alergia alimentar no dia a dia e datas comemorativas nas escolas?

Lidando com a alergia alimentar no ambiente escolar

Imagine a seguinte situação: uma mãe leva um bolo na escola para comemorar o aniversário de seu filho junto aos coleguinhas.

Depois dos parabéns, enquanto todos se deliciam com o petisco, uma criança está no canto, amuada e fora da brincadeira uma vez que na preparação do bolo vão alimentos aos quais ela é alérgica.

Essa cena, embora triste, se repete com certa frequência nas unidades escolares de todo o país.

Infelizmente muitos pais e educadores ainda não sabem lidar com a questão da alergia alimentar nas escolas, dificultando a integração de alérgicos.

E não é preciso se restringir a essas situações especiais. O mesmo pode ocorrer com as merendas diárias, por exemplo.

Nessa fase de desenvolvimento a integração social é de extrema importância para evitar traumas futuros.

Por isso, alguns cuidados e atitudes devem ser tomados por país, professores e gestores para permitir a integração plena da criança alérgica, tais como:

  • Conversar abertamente com a criança sobre suas restrições na dieta sempre com cuidado para não assusta-la, reforçando a importância de não ingerir alimentos que lhe fazem mal;
  • Professores e responsáveis devem conversar com demais membros da turma sobre o assunto de forma a integrar a criança alérgica ao grupo;
  • NUNCA isolar a criança no recreio, festas e demais eventos;
  • Os pais das crianças alérgicas devem ser avisados com antecedência de festas e eventos comemorativos para que possam preparar e enviar opções similares no dia, evitando a exclusão;
  • Os professores devem anotar diariamente tudo aquilo que foi consumido pela criança, bem como reações estranhas.
  • Não permitir que os pertences da criança alérgica sejam limpos com os mesmos instrumentos das demais crianças.
  • Em dias de lanches coletivos, não preparar alimentos com leite junto com os que ela irá consumir.

Sobre o último item, vale lembrar que a APLV é uma das mais comuns entre crianças, por isso, todo cuidado com leites e derivados é válido.

Como podemos ver o grande segredo é o diálogo e a comunicação eficiente. Siga essas dicas, converse com a escola de seu filho e garanta que ela tenha uma infância plena e feliz.

Gostou desse artigo? Você segue algum cuidado diferente daqueles que expomos aqui? Conta para nós nos comentários! Compartilhando conhecimentos vamos mais longe no bem estar dos pequenos!

Até a próxima!

Principais Sintomas da APLV (Alergia à Proteína do Leite)

No artigo anterior em nosso blog falamos sobre as diferenças entre a Intolerância a Lactose e a Alergia a Proteína do Leite de Vaca (APLV).

Embora os problemas tenham diferenças claras, nem sempre fazer a diferenciação entre uma ou outro é tarefa fácil.

Vale lembrar que a APVL se manifesta especialmente em crianças. A demora no diagnóstico trás riscos a saúde dos pequenos e afeta sua qualidade de vida.

Para ajudar as mamães e papais a identificarem o problema com maior rapidez, a Com Saboor preparou esse artigo especial contando os principais sintomas da APVL.  Confira!

Identificando a possibilidade de APLV – Principais Sintomas

Antes de começar a apresentar os sintomas é importante lembrar que até 17% das crianças até 3 anos apresentam sintomas que sugerem a ocorrência da alergia ao leite de vaca.

Contudo, após a realização de exames diagnósticos apenas 3% dos casos se confirmam.

Por isso caso seu filho, parente ou conhecido manifeste alguns dos sintomas abaixo isso deve servir como alerta para a procura de ajuda médica especializada, evitando erros tão comuns no diagnóstico caseiro.

Sintomas relacionados ao sistema digestivo:

O sistema digestivo é um dos mais afetados quando da ingestão de leite por portadores da APLV apresentando sintomas como:

  • Dificuldade para engolir;
  • Sensação de alimento preso na garganta;
  • Dificuldade de digestão;
  • Falta de apetite;
  • Golfos frequentes;
  • Vômitos;
  • Diarreia;
  • Cólicas intensas;
  • Intestino preso;
  • Presença de sangue nas fezes;
  • Assadura na região do anus.

Sintomas relacionados ao sistema respiratório:

A alergia a proteína do leite de vaca pode manifestar sintomas que atacam diretamente o sistema respiratório, como:

  • Coriza;
  • Obstrução Nasal;
  • Chiado;
  • Dificuldades de respiração;
  • Tosse frequente.

Nesses casos é importante ter a confirmação que não possuem outras causas, como infecções.

Sintomas relacionados à saúde cutânea:

Assim como outras alergias, a que possui como causa o consumo do leite de vaca também é capaz de produzir sintomas que a afetam a saúde da pele, entre eles:

  • Urticária;
  • Ressecamento e descamação da pele sem a presença de feridas e secreções;
  • Coceiras;
  • Angioedemas;
  • Inchaço no lábio ou pálpebras.

Assim como no caso dos sintomas associados ao sistema respiratório, é importante eliminar as possibilidades de a ocorrência ter origem distinta ao consumo de leite.

Sintomas gerais:

Além dos apresentados acima, há também sintomas que não necessariamente estão associados especificamente um sistema do corpo humano. Entre eles:

  • Baixo ganho de peso, crescimento e desenvolvimento afetados;
  • Anafilaxia;
  • Síndrome de Enterocolite por Proteína Animal.

Diagnóstico correto, qualidade de vida

Caso identifique esse sintomas em seu filho ou conhecidos leve a um médico especialista para um diagnóstico correto.

Quanto mais cedo o APLV for identificada melhor para qualidade de vida da criança em um momento tão delicado e importante para o desenvolvimento.

Lembre-se que hoje existe uma série de alimentos voltados aos alérgicos que além de saudáveis não perdem em nada em sabor.

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Ficou com alguma dúvida ou possui uma sugestão? Deixe um comentário!

Até aproxima!

 

 

Intolerância a lactose e Alergia a proteína do leite são a mesma coisa?

Quantas vezes você já leu, ouviu de amigos e até do médico: “INTOLERÂNCIA A PROTEÍNA DO LEITE” ou “ALERGIA A LACTOSE”?
E se eu te contar que esses dois termos não existem? Sim, é isso mesmo!
E para que você não cometa mais essa confusão, vamos explicar o porquê de uma forma que todos possam entender.

Proteína x Lactose: entendendo as diferenças

O leite é um dos alimentos mais consumidos em todo o mundo seja em sua forma fluída ou no preparo de outras comidas, como o queijo, por exemplo.
No Brasil são consumidas 12.000 toneladas de leite fluido anualmente, aproximadamente, número que colocam o país na 5ª posição no ranking mundial de consumo.
Durante anos o leite foi comercializado como fonte de saúde, ignorando o fato de que grande parte da população possui alergia ou intolerância a seus componentes.
A lactose é o açúcar do leite e está presente em todos os tipos conhecidos, inclusive no materno. Não existe alergia desse açúcar, e sim intolerância.
Essa intolerância ocorre porque nosso organismo para de produzir a lactase, enzima responsável pela digestão da lactose, ocasionando diferentes reações.
Em 2012 estimava-se que no Brasil cerca de 70% da população adulta era intolerante a lactose, tornando o problema muito mais comum do que imaginamos.
O leite é um alimento rico em proteínas, existindo inúmeras em sua composição. As mais presentes são: caseína, alfa-lactoalbumina e a beta-lactoglobulina.
E importante lembrar que cada espécie de mamífero produz leite para suprir a necessidade nutricional da sua cria.
Assim, composição dos leites de vaca, cabra, búfala, etc, se diferem entre si e também em comparação ao leite materno.
O organismo do ser humano não está preparado para receber o leite de outras espécies, incluso o de vaca, sendo que em algumas pessoas, especialmente nas crianças, as proteínas presentes no alimento ocasionam alergias que em casos graves podem levar a morte.
Diferenciar a Intolerância a Lactose (IL) da Alergia a Proteína do Leite (APLV) é fundamental e contribui para salvar vidas.
O leite comercializado sem lactose continua contendo as proteínas que tanto prejudicam os portadores da APLV.
No momento de realizar a compra de alimentos, é muito importante ler o rótulo, pesquisar sobre a composição, ligar no SAC, e buscar fontes de informações confiáveis.
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Até a próxima!